sábado, 29 de setembro de 2012

Poema - "Alerta"

Por Adelson Guabiraba

Sou a Vida, sou a Luz
O Caminho e a Verdade
A base que te conduz
O Amor e a Bondade
Tudo aquilo que procuras
O remédio que te cura
A versão da fé mais pura
Seu irmão, eu sou JESUS.

Nas estradas que vagueias
Sou areia, e não as pedras
As mãos que a ti carrega
A esperança do seu futuro
O ar que respiras, puro
A total Evolução
Os pensamentos seguros
Da fome viva, o pão.

Sem Mim você não alcança
O PAI ETERNO DA LUZ
Sou o único caminho
A Verdade, e Não a Cruz
Sou o plano, sem espinhos
Sou a palha do seu ninho
Sem cobranças ou murmurinhos
Seu irmão EU SOU JESUS.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Crisálida - Poesia


Por Marizia Cezar

Bendita Crisálida Céu
bem dita crise Caminho       Terra do meio Céu
sã sandália meio bendito
do meio da crise Mar sola
assola solar sóis sois sinos
balanço voo pleno a sina
clima  dimensional cinta
sinta Consciência Integral
do meio Céu meio Terra  
                                             meio a meio bendita
                                             pálida Crisálida crise

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

sábado, 22 de setembro de 2012

Poema - Dia da Árvore



Olha que SURPRESA! No dia da árvore nós recebemos um poema sobre o Logo de Consciência Integral!!!

Por Marizia Cezar

Poema
para a árvore
Consciência
Integral:
                                            árvore abraço árvore
                                            a fazer o amor fazer
                                            A PAZ Vem ZEN
Até mais
A CURA
do Planeta
nossa cura
Árvore dá
vida.


domingo, 16 de setembro de 2012

A Sombra Sagrada

imagem: google

Certa vez, houve um sábio tão bondoso que os anjos pediram a DEUS que o agraciasse com o dom dos milagres.

Os anjos desceram então até à Terra para perguntar ao sábio se ele queria uma bênção dessas: "Gostarias que o toque das tuas mãos curasse os enfermos?" "Não", respondeu o sábio, "eu prefiro que DEUS faça isso". Mas os anjos insistiram, "Então, gostarias de converter outros, trazendo para o caminho da verdade as almas errantes?" "Não", reafirmou o sábio, "eu apenas SIRVO, não converto". "Mas o que é que desejas então"? perguntaram os anjos. O santo refletiu por um momento e respondeu: " Eu gostaria de sempre poder fazer o bem, sem no entanto jamais saber disso".

Os anjos então ficaram perplexos. Finalmente, decidiram pôr em prática o seguinte plano: cada vez que a sombra do sábio se projetava atrás de si, ou a seu lado, onde ele não podia vê-la, ela tinha o poder de CURAR as enfermidades, aliviar a dor e diminuir a tristeza. E assim, sempre que o sábio punha-se a caminhar, sua sombra tornava verdejantes os caminhos empoeirados, desabrochava plantas murchas, fazia água cristalina jorrar de córregos ressecados, corava a pele de crianças pálidas e distribuía alegria para as pessoas infelizes.

O sábio, por sua vez, simplesmente ia seguindo sua vida, espalhando bondade do mesmo modo que a estrela emite luz e a flor exala perfume, sem jamais se dar conta disso. E as pessoas que o encontravam, respeitando sua humildade, seguiam-no silenciosamente, nunca lhe falando sobre seus milagres. Com isso, pouco a pouco elas acabaram se esquecendo do seu nome, chamando-o apenas de "A Sombra Sagrada".

Extraído do Livro: "A Ciência de Ser Feliz" - Dra. Susan Andrews.

sábado, 15 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A alfabetização da alma

-- Reportagem --

Roberto Crema - (Revista Correio Braziliense - 09/09/2012)

Maria Júlia Lledó (Jornalista)


À sombra de uma árvore, sentado no alto da escada da Casa do Silêncio, na Universidade da Paz, o psicólogo e antropólogo Roberto Crema indagou: "Para onde caminha a ecologia social? E o que estamos fazendo a respeito?" Entender o tema, que será discutido de 14 a 16 em um seminário na Unipaz, é necessário ir além do lugar comum. Definida no dicionário Houaiss como "ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si ou com o meio orgânico ou inorgânico no qual vivem", a ecologia pintada de verde pelos ambientalistas abrange outras cores e significados. O termo ecologia social, cunhado no fim do século 19 pelo geógrafo Elisée Reclus, é conhecido hoje pela interpretação conferida, na década de 1960, por Murray Bookchin. O filósofo afirmou que os problemas do meio ambiente estariam profundamente assentados em problemas sociais. Quer dizer, as ações da sociedade seriam capazes de provocar consequências positivas ou negativas na natureza. Reitor da Unipaz — espaço que há mais de duas décadas instrui aprendizes de diferentes carreiras a praticar uma postura holística na vida, no trabalho, na sociedade e no meio ambiente —, Roberto reflete sobre esse cenário. Com mais dúvidas que respostas prontas, questiona-se quanto ao caminho que tomamos diariamente, os resultados das escolhas individuais e a maneira como interagimos em grupo. À Revista, explicou melhor o que seria essa ecologia de carne e osso.
O que quer dizer ecologia social?
Primeiro, devemos pensar na ecologia em três esferas: a individual, a social e a ambiental. A ecologia individual tem a ver com as diversas dimensões do ser humano, com o corpo e a psique, enquanto a ecologia social corresponde a um cuidado com os outros e com o meio à volta. Nesse aspecto, dizemos que a saúde na ecologia social é sinônimo de justiça. Hoje, vivenciamos uma grande crise global, uma exclusão social, uma injustiça crônica, entre outras questões graves que pedem pelo cuidado de todos. Finalmente, a ecologia ambiental propriamente dita. Como dizia o poeta TT Catalão, "o meio ambiente começa no meio da gente."
Na prática, qual é o primeiro passo para um equilíbrio da ecologia social?
Mudar o mundo é mudar o olhar. De fato, a sociedade começa a se transformar nesse pedacinho de "praça pública" que cada um de nós encarna. Creio que a responsabilidade individual da transformação é introduzir ordem, harmonia, paz e saúde na ecologia social. Tudo começa na ecologia individual — nós, automaticamente, transpiramos aquilo que vivenciamos. A ecologia social é esse espaço onde habitamos: a família, que é uma célula de uma comunidade, que por sua vez é uma célula de uma nação que se encontra em crise. Uma crise bastante vasta porque nós sabemos que um dos grandes flagelos da ecologia social é a exclusão. Milhões de seres humanos estão excluídos e vivem abaixo do nível de pobreza. A maioria morre de fome e a minoria morre de medo de quem morre de fome. Mesmo assim, acredito que há boas notícias.
E quais são essas boas notícias?
Gosto de lembrar uma história que aprendi com um amigo, o rabino Nilton Bonder. Um dia, ele reuniu sua comunidade e disse: "Eu tenho uma boa e uma má notícia. A má notícia é que o teto da sinagoga está para desabar e isso vai nos custar 30 mil dólares. A boa notícia é que nós temos recursos para empreender a construção." Na mesma hora, alguém lhe perguntou: "E onde estão esses recursos, senhor?" Ele respondeu: "No bolso de vocês." Ou seja, nesse momento há uma má notícia, algo está desabando: um sistema que é insustentável do ponto de vista da ecologia ambiental, tendo em vista que estamos extraindo muito mais do que a natureza pode nos prover. Hoje, esse conceito de sustentabilidade é sabido de todos. Tanto que vimos as discussões no Rio de Janeiro, palco da Rio+20, no último semestre. Isso pede por uma iniciativa política emergencial. Sabemos que há dificuldades. A situação atual é mais grave que há 20 anos, na Eco 92. A ecologia individual em um cidadão precisa começar já. A única forma para contribuirmos efetivamente é introduzir qualidade no interior de nós mesmos. A natureza está no nosso interior e à volta. Precisamos cuidar do corpo físico, mas esse é só o da matéria — cada um de nós tem uma morada habitada por uma alma ou psique, que também precisa ser nutrida com pensamentos de qualidade. A partir dessa ecologia individual, cada um passa a ser um agente de saúde, contribuindo com sua família, seus vizinhos, sua comunidade.
Como definir a saúde integral?
O conceito da Organização Mundial de Saúde é de que saúde não é simplesmente a ausência de sintomas, mas a presença de um bem-estar psíquico, social, ambiental e espiritual — um conceito absolutamente holístico. Há três décadas, a própria OMS disse que todos precisamos ser agentes de saúde porque o planeta está enfermo. Então, da nossa parte, estamos buscando ressignificar esse conceito de terapia e de terapeuta. Se formos buscar a origem da palavra terapeuta, você vai se deparar com a tradição hebraica, com o início da nossa civilização judaico-cristã há mais de 2 mil anos. Eles eram ao mesmo tempo filósofos, sacerdotes, médicos e psicólogos. Os seus templos eram hospitais, escolas e jardins onde se cultivava esse potencial de excelência humana. Buscamos resgatar esse conceito. O que é um terapeuta? É alguém que cuida, não alguém que cura. É a natureza que cura — nossa função é cuidar. Já que nosso estado de saúde envolve um bem-estar psíquico, social, ambiental e espiritual, isso envolve todos nós. A tarefa do cuidado precisa ser democratizada. Precisamos de empresários terapeutas, de políticos terapeutas, de professores terapeutas para cuidar da ecologia social.
No entanto, o que vemos é uma descrença geral. Por quê?
Muitas vezes, nós achamos que não somos capazes de uma transformação social. As revoluções históricas fracassaram porque as pessoas tentaram mudar o mundo antes de tudo. Os verdadeiros líderes são aqueles que se transformaram primeiro. Escutaram o axioma dos antigos gregos: "Conheça-ti a ti mesmo e conhecerás o teu senhor." Na medida em que uma pessoa se transforma, ela passa a ser uma inspiração para os outros. A dificuldade de os jovens se crerem agentes da mudança faz parte de um certo desecantamento pelo qual estamos passando. Tanto que aqui, na Unipaz, promovemos a formação holística dos jovens, na qual falamos da totalidade do ser humano, da função de cada um como protagonista. Aqui, desenvolvemos o conceito da normose, da patologia da normalidade. Esse conceito é importante e está na fonte desse desencantamento.
O que seria a normose?
Uma patologia que surge quando o ambiente onde vivemos se encontra mórbido, injusto, doente, no qual perdemos a escuta, a noção do cuidado, onde a violência predomina e a corrupção faz parte do cotidiano. Passamos a aceitar tudo isso como se fosse algo normal. Então, a pessoa tida como normal, quando o sistema no qual vivemos é dominantemente desequilibrado, não é uma pessoa saudável, mas uma pessoa doente que mantém o status quo. Assim como a paz não é a ausência de conflito, a saúde não é a ausência de sintomas. Veja que algumas pessoas ditas saudáveis na sociedade apresentam sintomas quando precisam apresentar indignação, perturbação e angústias diante desses descaminhos. Existe a normose social, a pedagógica, a normose na saúde, na política, na governança. E os jovens percebem isso. Eles também não estão interessados em nossos sermões ou em alguém que diga a eles o que fazer. Os jovens estão interessados em testemunhos.
Então, o estado de normose é prejudicial à ecologia social? Qual seria o caminho para sair desse estado?
Não sou otimista nem pessimista. Tenho aprendido que ninguém transforma ninguém e ninguém se transforma sozinho. Nós nos transformamos no encontro. Acredito numa pedagogia, numa terapia de encontro. E os jovens, quando estão no contexto em que podem exercitar a autenticidade, falar do emocional, quando são convidados a entrar em contato com o universo dos sonhos — completamente desprezado na escola — podem sair desse estado. Mas para que haja uma cultura de paz nessa ecologia social, precisamos de uma educação integral. Uma educação que não meramente forme a pessoa para passar em vestibular. Uma educação integral é aquela que não apenas educa o cérebro, mas educa a alma. Há mais de 20 anos, falamos de três inteligências: a emocional, a relacional e a onírica, que está relacionada a um cuidado com os sonhos, que fazem uma reportagem do seu momento existencial e apontam direções criativas. Estou falando de uma alfabetização psíquica: colocar a alma nos bancos escolares. Uma educação integral não é apenas aquela que ensina a pessoa a crescer com as informações, mas aquela que ensina a discernir.
Você consegue manter em equilíbrio essas três ecologias?
Esse é um desafio diário. Nós sempre podemos dar o passo seguinte. Nunca estamos prontos, e a percepção do inacabamento é importante. Até o último suspiro, um ser humano pode aprender. Agora, nos bons momentos, sou capaz de silêncio, daí pode brotar uma paz interior e isso pode transpirar nas minhas relações. O importante é dar esse primeiro passo para a ecologia individual, que se irradia para a social e, logo, para a ambiental. Senão, veremos apenas esses descaminhos e desigualdades a que muitos se acostumaram. Gosto de dizer o seguinte: os antigos navegantes falavam que o pior naufrágio não está no enfrentamento das ondas do mar, do vento etc. O pior naufrágio é não partir.


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Por Dentro do Cérebro – Entrevista com o neurocirurgião


Dr. Paulo Niemeyer Filho – Revista Eletrônica Poder


Dr. Paulo Niemeyer Filho, é filho do lendário Neurocirurgião Paulo Niemeyer, microneurocirurgia da Pioneiro no Brasil, e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer. Dr. Paulo escolheu a medicina ainda adolescente. Aos 17 anos, entrou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Quinze dias depois de formado, com 23 anos, mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar neurologia na Universidade de Londres. De volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina.
Ao todo, sua formação levou 20 anos de Empenho absoluto. Mas foi uma recompensa à altura. Apaixonado por seu ofício, Dr. Paulo Chefia hoje os Serviços de Neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente, onde opera e atende de segunda a sábado, quando não há uma emergência no domingo, e ainda encontra tempo para dar aulas no Curso de Pós Graduação em Neurocirurgia da PUC-Rio.
Por suas mãos passaram já o músico Herbert Vianna – de quem cuidou em 2001, depois do acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral do Rio -, o ator e diretor Paulo José, a atriz Malu Mader, o diretor de televisão Estevão Ciavatta – marido da atriz Regina Casé, além de outros Centenas de pacientes, muitos deles representados pelas belas flores que enchem de vida o seu jardim.

Revista Poder – O que fazer para melhorar o cérebro?
Dr.Paulo Niemeyer: Você tem de tratar do Espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, com a auto-estima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a auto-estima no ponto.

PODER: Cabeça tem a ver com alma?
PN: Eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma… Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

PODER: O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?
PN: Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem, 30% vão ter uma seqüela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

PODER: Você acha que a vida moderna atrapalha?
PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

PODER: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?
PN: O exagero. Na bebida, nas drogas, na comida. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro ir muito bem num corpo muito maltratado, e vice-versa.

PODER: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?
PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

PODER: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?
PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem de saúde, de aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

PODER: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?
PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

PODER: Você acredita em Deus?
PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz: “Ele está salvo”. Aí, a família olha pra você e diz: “Graças a Deus!”.
Então, a gente acredita que não fomos apenas nós.

Revista Poder -  http://www.revistapoder.com.br

domingo, 9 de setembro de 2012

Momentos Festpaz



FESTPAZ momento especial no Painel - "Pensadores da Paz" com: Dulce Magalhães, Felipe Ormonde, Cesar Romão, Eugenio Mussak, Içami Tiba, Prof. Marins.



Momento Transreligioso






Encontro de Educadores para a Paz 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Chegou o FESTPAZ !!!

imagem: google


Em 6 de outubro de 1999, reconhecendo a importante função que segue desempenhando a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura na promoção de uma Cultura de Paz, proclamou a Declaração sobre uma Cultura de Paz.

O objetivo é que os Governos, as organizações internacionais e a sociedade civil possam orientar suas atividades por suas sugestões, a fim de promover e fortalecer uma Cultura de Paz no novo milênio. 
Com base na Declaração e visando a colaboração para a ampliação de sua disseminação, o III FestPaz inicia h
oje às 17h - e vai até o dia 09/09 - Parque do IBIRAPUERA São Paulo.
Confira e compartilhe. 

Uma Cultura de Paz é um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados, entre outros, no respeito à vida, no fim da violência e na promoção e prática da não-violência por meio da educação, do diálogo e da cooperação (parte do Artigo 1º).

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Poema

Foto: Evandro Sampaio Vilanova


Recebi recentemente um POEMA de uma amiga da Pós-Graduação e com a sua autorização publico aqui dividindo este pequeno grande carinho. Como nada acontece por acaso, Marizia Cezar acaba de Publicar seu livro: "Poemas do Amor A PAZ" - Editora Scortecci. 

Experimentar o Primitivo
com este peso ao Tempo
 como transparência águas
claras luz do Céu batismo
 o espírito renovado Terra
 o cardume na tua História
   a serviço do Amor o agora.

Minha gratidão querida por este presente - muito significativo.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Medicina e Fé

FÉ = ALINHAMENTO INTERIOR - Entrevista com Ricardo Leme NEUROCIRURGIÃO