segunda-feira, 28 de março de 2011

Pierre Weil - (parte 1)

Pierre Weil (1924-2008) - Educador, Psicólogo (Francês) e Fundador da Universidade da Paz (UNIPAZ - cujo propósito: difundir a cultura de paz). Este vídeo, refere-se a palestra ministrada no "Encontro para a nova Consciência". (Só assista com TEMPO). Afinal de contas, você terá a oportunidade de aprender sobre: MUTANTES, Mudanças, Crise existencial, Sentido existencial, Espontaneidade, Religião, Sincronicidade, Paz, Ouvir o outro, Masculino, Feminino, Comunhão, Morte...

Pierre Weil - (parte 2)

Pierre Weil - (parte 3)

Pierre Weil - (parte 4)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Recordações...

Quem não se lembra?
Vamos "matar" a saudade!
Qual a sensação quando você olha para essas fotos?
Como ficou sua criança?





































































































































quarta-feira, 23 de março de 2011

GERAÇÃO - X, Y e Z...O que é isso?

Por Cynthia Marsola
Psicóloga

CURIOSO... Você pode até saber sobre as gerações, mas não com estes termos utilizados. Gerações X, Y e Z. Vamos ver?
















Geração X: nome dado pelo fotógrafo da Magnum, Robert Capa, em 1950. Designado para pessoas nascidas a partir, de 1960 até 1970.

Geração Y: Também conhecida com a geração da Internet. Este conceito vem da sociologia, refere-se às pessoas que nasceram após 1980 e meados de 1990. Geração que surgiu numa época de grandes progressos tecnológicos. Assim, foram educados desde cedo a exercerem mais de uma tarefa, a utilizarem sempre os aparelhos mais modernos e a terem tudo o que desejam e por conta disso, na idade adulta não se sujeitam a pequenos salários.
A característica marcante desta geração fica por conta dos eletroeletrônicos, são grandes consumidores.



















Geração Z: A grande “curtição desta geração nascida na metade da década de 1990 até os dias de hoje é a era “digital”. Amam a internet, vídeo games e celulares (ficam conectados quase o tempo todo).
















segunda-feira, 21 de março de 2011

Perdão





Por
Whéryka S. de Jesus
(Aprendiz da Vida e Colaboradora do Projeto aqui no blog)


Você já se perguntou o que é PERDOAR?

Segundo o dicionário "perdoar é o ato de conceder perdão, renunciar a punir, absolver".

Refletindo, nos perguntamos: "Mas quem erra não deve ser punido?".

Todos nós somos seres errantes e não nos cabe punir a ninguém. Da mesma forma não podemos FINGIR que nada aconteceu. Nós temos a tendência de dizer que nada aconteceu quando somos feridos e, assim achar que perdoamos. NÃO, nós somente isentamos alguém de culpa. Assim como, esbravejar e devolver da mesma forma não nos deixará mais tranquilos. Para perdoar é necessário assumir nossas responsabilidades quando magoamos e somos magoados. Ser sinceros para ver qual foi nossa participação e a de quem nos magoou. Tentar entender o porquê ocorreu, qual o contexto e ver qual o aprendizado disso tudo.

Ao fazermos essa análise vamos perceber que quem nos magoa não nos compreende por estar num estágio evolutivo diferente do nosso. Percebemos também que podemos explicar ou não a fim de esclarecer o ocorrido. Nesse ponto não fará diferença, pois a sua mágoa virou piedade.

A Bíblia diz: "Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra (...)" (Lucas 06:29) que nos faz refletir justamente nestes momentos os quais somos feridos.

Significa que devo aceitar tudo passivamente? Não, pelo contrário, devemos ser forte e lutar.

Mas lutar com sabedoria e não perder a razão.


quinta-feira, 17 de março de 2011

FILME: "Quem é Clark Rockefeller"



EXCELENTE trama!

(Baseado em fatos reais)


Você aprendeu que devemos confiar nas pessoas, certo? Errado. Você conhece uma pessoa...namora, casa, tem uma filha e não sabe nem sua verdadeira identidade!
Como pode um ser humano tramar tanto se passar por várias pessoas e não ser DES-coberto? Eis a INTELIGÊNCIA de um ser humano, do mesmo modo que utiliza-se para auxiliar, também derruba e junto toda estrutura familiar.

Aqui, Clark (personagem central) tem verdadeiro prazer em "burlar" as leis sociais, talvez um psicopata ou seria uma vítima da sociedade incompreensível?

Descubra, assista e veja aonde pode chegar a mente de um Ser.



sábado, 12 de março de 2011

Revolução da alma

O texto deste vídeo foi escrito por Aristóteles Filósofo Grego ano 360 A.C.

Alma! Que REVOLUÇÃO interna necessitamos para compreendê-la e seguí-la
de fato na mais pura Essência de nosso EU maior?


sexta-feira, 11 de março de 2011

Futebol: amor, paixão e doença




Por
Marcelo Duarte Jatobá
(Jornalista e Colaborador do Projeto aqui no blog)


Amor é um sentimento incondicional. Isto todo mundo sabe. Que nada. Sabe nada. No futebol, como na vida de forma geral neste planeta, amor é confundido com paixão. Amor não cobra. Amor apóia, independentemente da situação e das condições do ser, do partido, da entidade ou do time ou clube amado. Mas, no futebol, como na vida, os valores estão trocados, confusos, fora de rota.

Sou palmeirense. Sei que meu amor pelo Palmeiras é incondicional. Não importa se está vencendo, se está perdendo, se conquista títulos, se sucumbe a questões políticas (e sucumbe, infelizmente). Para mim, no meu coração, o que importa é saber que o Palmeiras existe, que entra em campo. Pode até ser piegas, mas até choro quando vejo o Palmeiras entrar em campo. Pode ser para disputar um jogo decisivo ou um amistoso qualquer. Ver aquela camisa verde (ou amarelo fluorescente ou azul e branco com a cruz de Savóia no peito) me emociona.

Não sou admirador das torcidas organizadas. Sempre frequentei estádio. Sempre acompanho o Verdão. Tenho 39 anos. E vou aos estádios desde os 12. E digo que não sou admirador das organizadas porque já presenciei cenas lamentáveis nestes 27 anos de arquibancada. Em regra, membros da Mancha Verde (ou Alviverde), Gaviões, Independente, Torcida Jovem ou qualquer outra organizada vão aos jogos de futebol com o objetivo de brigar com seus rivais, encarados como inimigos.

Este é o único motivo que me faz pensar em parar de torcer. Gostaria muito de não ser palmeirense, porque fico triste quando um torcedor de outro time me enxerga como um fora da tribo, simplesmente por não torcer para o mesmo time. Ou quando um palmeirense enxerga o torcedor de outro time um fora da tribo. Dá na mesma. Qualquer movimento que estimule a divisão, a briga, a dor e a separação não deve ser levado a sério. Estamos neste planeta para somar, para ajudar, para trabalhar, para ser útil.

Infelizmente, poucas vezes vi o amor se sobrepor à paixão no futebol. Lembro de alguns momentos. Como palmeirense, lembro da derrota do Palmeiras, em pleno Palestra Itália, em 1997, para o Cruzeiro, na final da Copa do Brasil. O time alviverde foi guerreiro. Lutou até o fim. Perdeu. Faz parte do futebol. Mas, no fim do jogo, a torcida palmeirense, em pé, aplaudiu a luta do time, reconhecendo o esforço absoluto da equipe. Isto é amor.

Também lembro dos dois jogos das quartas-de-final da Libertadores em 1995. O Palmeiras perdeu para o Grêmio de Porto Alegre por 5 a 0 na primeira partida, no Olímpico. No segundo jogo, o Verdão venceu, em São Paulo, por 5 a 1, com garra, com raça, com luta, com entrega, com dedicação, com vergonha na cara. A vaga ficou com o tricolor gaúcho, que, apesar da classificação, saiu de campo de cabeça baixa, abatido. E a torcida, novamente, aplaudiu a equipe de pé, orgulhosa. Isto é amor.

Este ano, o Corinthians foi eliminado pelo Flamengo nas oitavas-de-final da Copa Libertadores. No entanto, o que os corinthianos no Pacaembu demonstraram, logo após a desclassificação, foi amor. O time foi eliminado. O sonho da Libertadores (e de algum título) no Centenário foi transformado em pesadelo. Ainda assim, a torcida reconheceu a luta do alvinegro paulista. Isto é amor. As torcidas de Palmeiras e Corinthians apoiaram, incondicionalmente, seus times, quando foram rebaixados. E fortaleceram a luta pelo retorno à divisão principal do futebol brasileiro. Mas estas mesmas torcidas que aplaudiram seus times nestas ocasiões já foram protagonistas de cenas lamentáveis, provocando até mortes.

Sou jornalista. Percebo que a imprensa é extremamente parcial. É uma pena. Esta parcialidade, até por parte de jornalistas renomados, estimula a divisão, as brigas. Grandes jornalistas, homens com idéias e ideologias sérias e elogiáveis, puxam a sardinha para a sua brasa. É uma pena. Talvez alguns defendam que a parcialidade venda mais jornais, dê mais ibope, dê mais audiência. Mas, se o objetivo da parcialidade for este, está todo mundo no mesmo patamar. No patamar ridículo dos resultados, independentemente das idéias.

Os seres humanos precisam, urgentemente, começar a entender a diferença entre amor e paixão. Amor é abdicação, é dedicação, é plenitude. Paixão é doença. E toda doença tem de ser curada.

quinta-feira, 10 de março de 2011

CURIOSIDADE: Psicóloga despe-se nas consultas...




Sarah White, uma psicóloga norte-americana de 24 anos, está a fazer sucesso com uma abordagem inédita aos labirintos da mente humana... Chama-se ‘terapia despida’ e consiste em ir tirando a roupa à medida que os clientes vão falando do seus problemas. “A ideia é mostrar aos pacientes que nada tenho a esconder e encorajá-los a serem honestos”, diz Sarah. Defende ainda que ver uma mulher nua “ajuda os homens a concentrarem-se”. Será?




Obs: Meu Deus onde ela tirou o diploma?

quinta-feira, 3 de março de 2011

Desabafo



Por
Miriam Pereira
(Educadora e Colaboradora do Projeto aqui no blog)


A inteligência constrói-se pela ação; por isso, o professor deve ser um estimulador de interesses, um despertador de curiosidade, um evocador de necessidades intelectuais do aluno, pois o mesmo busca constantemente criar, sustentar, produzir e fortalecer e entende que buscar o seu conhecimento deve ser algo prazeroso, como percebemos na própria origem da palavra “ESCOLA” que originou-se do grego skhole que significava lazer.

Mas como fazer que esse lazer torne-se algo interessante? Em primeiro lugar devemos entender que “EDUCAÇÃO”é do latim educere (Pronuncia-se [edúcere]), de e(x), "para fora" e ducere (Pronuncia-se [dúcere]), "conduzir”, e por isso devemos conduzir os alunos a criar condições de aprendizagem e que isso acabe se tornando interessante.

O professor do século XXI necessita entender que não adianta encher os alunos de conteúdo se o mesmo não perceber qual utilidade isso terá para a sua vida.

O aluno de hoje percebe que em determinadas situações os mecanismos utilizados em sala de aula são ultrapassados e que é muito mais interessante conversar sobre o capitulo da novela das 9hs, que não lhe obriga a pensar do que prestar atenção na explanação sobre determinada obra filosófica que lhe abrirá vários leques de interpretação, fazendo com que o mesmo pense e construa a sua idéia sobre determinado tema.

Essa situação pode ser alterada? Percebemos que sim. Se por exemplo trouxermos para a sala de aula recursos tecnológicos, já que esse tema é algo que instiga e alimenta a curiosidade de nossos alunos.

O que demonstro aqui não é nenhuma novidade, mas ao mesmo tempo é algo que assusta alguns professores que continuam com o pensamento ao tradicionalismo, algo tão ultrapassado que muitas vezes não permite que construa algo novo e produtivo para ambos os lados, já que, o professor também constrói a sua inteligência com o seu aprendizado diário.